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segunda-feira, 16 de maio de 2011

PEDAL ANDO pela EN 2 VI

6º dia
3ª feira
24/08/2010
Montemor o Novo - Castro Verde
125 kms. / 6,24 hrs.
O dia amanheceu fresco como ontem e saímos sem grandes preocupações de percurso, começamos a pedalar eram 7,30 hrs da manhã depois de tomar o pequeno-almoço lá fomos estrada fora pela fresquinha. O percurso foi aos poucos ficando mais plano e a paisagens menos verde assumnindo outras cores mais douradas e também bonitas de horizonte a perder de vista até se misturar ao azul do céu. É o Alentejo puro e duro, é o meu Alentejo por onde não me canso de o percorrer pedalando, onde me sinto, respiro e me queimo, mas que admiro e respeito a força da terra e de todos os que nela vivem, não é facil.
A estrada vai ficando cada vez com menos inclinação e pedalamos com facilidade. Existem obras na estrada nas zona de Torrão e Ferreira do Alentejo, pedalamos por partes de estrada em que o asfalto é tão antigo que quase não existe.
Com o sol já a queimar a partir das 11 hrs. e bem, parámos á saida para sul em Aljustrel e almoçamos num restaurante, arroz de cabidela. Comemos bem e ainda ficamos um pouco porque o calor era muito, mas resolvemos continuar em direcção a Castro Verde pois a pedalar a deslocação do ar torna-se mais agradável do que estar á sombra com calor e sem qualquer briza. Assim fomos parar Castro Verde eram 15,20 hrs. quando chegamos dirigimo-nos para o hotel tomar banho e descansar o resto da tarde numa caminha com ar condicionado até á hora do jantar.




























sexta-feira, 15 de abril de 2011

PEDAL ANDO pela EN 2 V


5º dia

2ª feira

23/08/2010

Ponte Sôr - Montemor o Novo

89 kms. / 5,00 hrs.



Hoje o dia amanheceu nebulado, o fresco da noite ainda se fazia sentir quando começámos a pedalar cerca das 7,30 hrs., depois de uma noite bem dormida numa residencial. Por isso lá fomos pela estrada fora pois pedalar por estas bandas é bem mais suave que pelo norte aqui as subidas são suaves e as rectas longas. Durante o dia pouco tráfego pela estrada, ou pelas povoações que fomos passado, vimos algumas obras de reparação pelo caminho que servia para quebrar a rotina, e assim pelas 13,15 hrs. aproximamos-nos a Montemor o Novo. Parámos à entrada para beber uma imperial, pois a esta hora já estava muito calor mas depois rendemo-nos ao cheirinho e ao repasto de uma feijoada de choco e á sangria que sabia e cheirava de maravilha, saímos de lá ja a meio da tarde para procurar onde dormir e tomar um bom banho.
















domingo, 20 de março de 2011

PEDALANDO pela EN2 IV

4º dia
22/08/2010
Pedrogão Grande - Ponte Sor
11o kms / 6,24 hrs.



Saímos do parque de campismo de Pedrogão Grande pela fresquinha, às primeiras horas do dia. Estava realmente fresco pelas 7,40 hrs. quando saímos embora o Sol já mostrasse e dava para perceber que hoje ele teria todo esplendor e o calor estava prometido para a jornada.
Depois de termos feito alguns quilómetros parámos na Sertã para tomar um pequeno almoço reforçado com alguns bolinhos à mistura. Hoje é domingo e o transito está calmo, para nós é bom pois é o dia em que vamos ter o ponto alto desta viagem, o marco geodésico que marca o centro de Portugal quer em comprimento, quer em largura que serve como referência ao centro do pais. Até agora a viagem tem corrido bem e tudo o que queremos é pedalar.
Depois de passarmos por Abrantes e atravessar o rio Tejo, começa a notar-se o terreno mais plano, as serras não têm o grau de esforço nem a inclinação que nos fazem transpirar, a vegetação, as árvores mudaram e deixamos de ver rios, ribeiros cheios de água, agora vemos apenas por entre as terras serpentiado o sitio por onde alguma água irá correr em dias de chuva sómente, é a mãe natureza a ditar as suas leis. Afinal a paisagem começa para nós a ser mais familiar e as estradas começam a ser mais rolantes mas não menos quentes. Hoje logo depois da travessia do Tejo almoçámos um belo prego no prato umas cervejas fresquinhas e café, normalmente durante o percurso perferimos sandes para não perder tempo e não gostamos de pedalar com a barriga cheia mas hoje quebrámos a regra, e seguimos depois até Ponte de Sor onde chegámos por volta das 15,30 hrs. com o sol a queimar














Pedal ando pela E.N. 2



Pedal ando pela E.N. 2










































































quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PEDALANDO pela EN 2 III

3º dia
21/08/2010
Góis - Pedrogão Grande
47 Kms. / 3,25 hrs.





Depois de uma noite bem dormida e com os motociclistas a repousar das aventuras étilicas pela noite fora, levantamos-nos tomamos o pequeno almoço na Residencial S. António de que gostámos e depois das despedidas, já eram 8,40 hrs. e com as bicicletas prontas saímos de Góis o mais cedo possível para tentar pedalar pela fresquinha, tentando fugir ao calor.
Como onde tivemos a parte final a descer para o vale onde se encontra Góis, hoje para sair dali tínhamos que subir montanha e montanhas e montanhas lá fomos, tentando resistir ao sol que sufocava e ao céu limpo, nem uma nuvenzinha para fazer sombra. Mas por volta do meio dia desistimos e já emPedrogão Grande fomos para o parque de campismo municipal. O parque estava lotado, mas quando olharam para nós de bicicleta arranjaram um espaço para nós.
O calor continuou a apertar durante o resto dia e durante a noite, praticamente não descansamos nada.
























































































































































































































































































































segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

PEDAL ANDO pela EN2 II


2º dia
20/08/2010
Tondela-Góis
83 kms / 5,20 hrs.


O dia amanheceu nebolado e fresco em Tondela, depois do pequeno almoço ainda no hotel saimos prontos para pedalar, o nevoeiro tinha desaparecido e o céu estava limpo com um sol agradável, pronto a acompanhar-nos e assim até Santa Comba Dão foi práticamente a descer. Parámos para um cafézinho e tentar saber entre os locais, como encontrar e seguir pela EN2, pois a partir dali sabiamos que não havia sinalização visto ser uma zona onde as vias rápidas ou auto-estradas estão um pouco confusas fazendo desaparecer quase por completo a sinalização da EN2 com alguma ajuda fomos dar á barragem da Aguieira atravessámos a mesma e lá fomos seguindo o rio mondego em direcção a Penacova.

Mas a aventura de tentar seguir pela EN2 não acabou aqui pois junto a Oliveira do Mondego a estrada encontra-se "cortada" esta é palavra por uma daquelas vias ráidas só para automóveis onde as bicicletas não podem circular, foi-nos aconselhado um atalho em terra batida depois uma estrada munuicipal esta já em asfalto por dentro duma mata mas que tivemos que fazer uma boa parte a empurrar as bicicletas pois a inclinação era muita em direcção uma povoação de nome Porto da Raiva nem de propósito. O calor por esta altura já era muito e lá fomos mais um pouco pela estrada junto ao rio até á Arrifana onde aproveitamos para comer umas sandes de presunto e beber umas imperiais, para podermos continuar até Vila Nova de Poiares pois era a subir e bem, mas nada que nos aborreça. A partir daqui o movimento de motociclistas era cada vez maior parámos numa bomba de gasolina para pedir um pouco de oleo pois as correntes estavam praticamente secas, só tivemos que agradecer pela simpatia e disponibilidade, o rapaz que estava de serviço não nos cobrou nada.
Por estas paragens a paisagem da serra é bem mais bonita pelo menos para mim mas as serras essas são a subir a subir, desce um pouco e volta a subir até chegar a Góis. Gois é um local calmo e muito bonito, pequeno e tranquilo, mas nós acertámos em cheio na concetração de motos que era nesse fim de semana e dá para imaginar a loucura de motos, artistas e cerveja, as margens do rio a abarrotar de pessoas dentro e fora de água, e por pouco não conseguiamos onde dormir.